O termo sistema, antes denominador de qualquer produto de software, hoje passa por uma grande reformulação, onde tudo é informatizado, mas pouco é integrado.

Passada a era das suítes de escritório monolíticas, agora temos a era dos aplicativos conectados e móveis – os chamados apps, em que tudo cabe no bolso e a velocidade das informações acaba por vezes a saturar a nossa mente com a avalanche de novidades.

Se filtrar esse conteúdo no dia a dia não é fácil para os assuntos pessoais, há um desafio ainda maior para as empresas: lidar com o excesso de informação, principalmente as desestruturadas, fora de processos ou mesmo digitais, porém em aplicativos diferentes que não se conversam.

Nesse contexto caótico, muitas empresas se perdem na ilusão de uma pseudo organização em seus milhares de aplicativos ou planilhas, mas pouco imaginam o quão melhores seriam – qualitativa e produtivamente, se dispusessem de boas ferramentas de software desenhadas para trabalharem sinergicamente.

Boas pois nem todas as ferramentas integradas de fato a são, e também porque só a integração não faz milagres. É preciso que o software dê apoio por meio de inteligência embarcada. Isto é, que ajude com informações realmente relevantes e prontas para o uso pelo gestor nos momentos de análise do desempenho do negócio e em suas tomadas de decisão.

Por isso, desenvolver sistemas inteligentes é tão importante quanto integrá-los. E aí é aonde a coisa complica, pois muitos analistas de negócios, analistas de sistemas e inclusive usuários imaginam que um produto completo, com todos os campos possíveis e imagináveis, com inúmeros fluxos e regras atenderão melhor, quando muitas vezes bastaria um botão para automatizar tarefas ou mesmo nenhum, obrigando o software a operar de forma autônoma.

Por isso criar sistemas é considerada mais do que uma ciência exata por muitos estudiosos, mas sim uma verdadeira arte. Pois para fazê-los, é necessário além da perícia nas linguagens e ferramentas de programação (a parte científica), duas coisas extremamente importantes e subjetivas: percepção das necessidades do usuário e criatividade para solucionar problemas.

Para estes dois aspectos existem uma série de técnicas para mapeamento, registro e modelagem de processos.
Porém, o entendimento do cenário do usuário envolve por vezes, ir além daquilo que é falado nas entrevistas de levantamento de dados. É preciso sentir e vivenciar suas dores e angústias do dia a dia para traduzir em um produto final soluções que se identifiquem com ele. É o famoso “enxergar pelos olhos do cliente”.

Simplesmente impor um produto para seu uso pode funcionar em um caso ou outro. Mas fazer de um software um sucesso para seus usuários em geral exige muito mais do que isso: exige interação humana que facilite a comunicação homem-máquina. Senão, seríamos todos robôs, certo?! rsrs

Já a criatividade voltada à criação de sistemas é fruto de experiências com padrões de projetos já estabelecidos pela indústria de software (para evitar as reinvenções de rodas), desenho de soluções com sistemas heterogêneos, muitas vezes envolvendo integrações de dados, serviços de internet, dispositivos diversos de leitores, smartphones, tablets, experiências com multimídia, jogos, redes sociais, e tudo aquilo que nos permeia e tem seu fator de sucesso baseado nas tendências atuais, como colaboração, computação em nuvem, mobilidade, big data entre outros.

Estes tipos de conhecimento e experiências, enquanto arquitetando novas soluções, proporcionam ao time de criação a bagagem necessária para que as ideias fluam fora da caixa, livre das limitações de um grupo de tecnologias para atingir o âmbito global da TI que temos disponíveis e suas possibilidades.

Os produtos da ULTRA-i foram e são concebidos a partir desta filosofia, onde os softwares são projetados para trabalharem de forma sinérgica, integrada e inteligente, propiciando ganhos de escala operacional e poder de análise do negócio. Para isso, utilizamos de técnicas que envolvem desde as capacidades visuais e funcionais até às preocupações com segurança, desempenho e projeção de crescimento.

Sempre com o olhar através dos olhos do cliente, procuramos levar até o usuário final uma experiência plena durante as fases de concepção, construção, implantação e sustentação.

Você precisa de um sistema? Nós podemos te atender!

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