Artigos e Notícias

A Criança diante do Sentido da Vida e da Morte

A morte não é uma situação nada fácil de se entender, para as crianças no entanto, ela se torna algo muito mais complexo.
A  profissional Ana Lúcia Nalleto, Psicóloga  Clinica do Centro Maiêutica, especialista no trabalho com enlutados para descrever este processo doloroso e difícil.

 

A morte deveria ser assim:
um céu que pouco a pouco anoitecesse
e a gente nem soubesse que era o fim…
Mario Quintana

 

Desde o nascimento, a criança está implicada na difícil tarefa de descobrir e conhecer o mundo em que vive. Os primeiros anos são marcados por grandes aprendizagens: andar,

falar, ler e escrever, conhecer as pessoas e aprender a amar.
Aos poucos, ela vai se familiarizando com o mundo por meio das pessoas que estão à sua

volta e que lhe traduzem todos os sentimentos humanos. A criança vai adquirindo confiança na vida e nas pessoas à medida que as conhece e com elas se relaciona.

UMA SITUAÇÃO DE PERDA NA INFÂNCIA

Contudo, quando uma criança vive uma situação de morte de alguém muito amado – pai, mãe, irmão, avós –, dependendo de sua idade, todo o seu sistema de crença no mundo e sua segurança de que este é um lugar bom para se viver, pode ficar enfraquecido.

A experiência de perda faz com que seu universo, ainda em construção, fique remexido e sua confiança em novas relações fique extremamente abalada. Tudo parece virar de ponta- cabeça e a vida passa a ser percebida como um inimigo perigoso. É muito comum, nesses momentos, que a criança apresente expressões de descrença e de raiva contra tudo e contra todos, e que os adultos – seus “heróis” – lhes pareça frágeis, pois eles não podem reverter a situação de ausência da pessoa amada.

Por isso, os adultos que acompanham uma criança enlutada devem saber que ela precisa do máximo de estabilidade possível. É bom evitar, quando possível, mudanças bruscas – de escola, de casa, de empregada, de cidade, dentre outras. É necessário e importante que a criança retome sua rotina, o mais rápido possível: seus compromissos escolares, suas brincadeiras com amigos etc.

Além da segurança estabelecida pela rotina, a idéia de que o mundo é bom, de que o amor é seguro e de que as pessoas vão e voltam, é muito importante para o desenvolvimento da criança. Contudo, os adultos não podem impedir que uma situação de perda aconteça, ainda na infância, abalando, temporariamente, a segurança até então construída. As crianças, cada uma à sua maneira e de acordo com sua idade, percebem a perda, sofrem e passam pelo processo de luto. Mas, como elas ainda não ampliaram sua compreensão do mundo, acabam criando “explicações próprias” sobre a morte e a vida, numa tentativa de dar sentido aos acontecimentos e sentimentos desencadeados pela perda de alguém amado.

ALGUMAS FANTASIAS DA CRIANÇA DIANTE DA MORTE

“QUANDO MINHA MÃE VOLTAR…”

A criança pequena – mais ou menos dos dois aos seis anos – concebe a morte como reversível, provisória, temporária. Assim, ela pode acreditar que a pessoa morta vai voltar e, às vezes, ela espera ansiosamente por essa volta. É claro que essa estratégia, usada também por adultos, é uma forma de a criança defender-se da dor da perda e da ausência.

“ELE MORREU PORQUE BRIGUEI COM ELE”

A criança tem um pensamento egocêntrico, ou seja, acha que tudo acontece por causa dela. Assim, ela pode pensar que a pessoa morreu porque ela fez algo que a desagradou. É muito importante que os adultos lhe expliquem que a morte não acontece porque nós queremos e que nós não temos poder sobre a morte de alguém que amamos.

“AS PESSOAS CONTINUAM TRISTES: ACHO QUE NÃO SOU SUFICIENTE PARA FAZÊ-LAS FELIZES”

Ainda como fruto do pensamento egocêntrico, a criança pode nutrir a idéia de que os adultos ficam tristes ou felizes sempre em função dela, das coisas que ela faz ou deixa de fazer. Por isso, ao ver que os adultos choram ou sofrem em razão de uma perda familiar, ela sente-se responsável por tais sentimentos. É muito importante que os adultos não escondam seus sentimentos da criança, mas que lhe garantam que estão tristes em razão da perda e não por causa dela, e que não está em suas mãos a capacidade de fazê-los felizes ou tristes.

“OUTRAS PESSOAS QUE EU GOSTO TAMBÉM VÃO MORRER?”

Como assinalamos no início do texto, morte desestrutura toda a organização interna da criança que passa, então, a temer que as outras pessoas que ela ama também morram. Desta forma, é comum que ela desenvolva um comportamento de apego, passando a ficar “grudada” na família ou mesmo a querer dormir junto com alguém, por um tempo, e preocupando-se muito quando as pessoas demoram para chegar em casa.

Os adultos devem compreender esta atitude da criança e evitar atrasos e longos períodos de afastamento; mas aos poucos precisam ajudá-la a retomar sua segurança.

“TENHO MEDO DE MORRER ”

Algumas crianças podem desenvolver um medo de morrer. Esse medo geralmente é expresso de forma sutil: ela pode reclamar de dores; ou querer, constantemente, que a levem ao médico. Isto acontece porque ela toma consciência da morte. É bom que os adultos dêem atenção às suas queixas, e possam confortá-la em relação à sua saúde e à segurança de sua vida.

COMO OS ADULTOS PODEM AJUDAR?

Diante das inúmeras atitudes/fantasias que a criança desenvolve por ocasião da morte de alguém, resta aos adultos compreendê-la e auxiliá-la – conforme as manifestações de sua idade – em seu processo de luto. Por isso, aconselhamos que seja mantido, sempre aberto, um canal de comunicação para que ela possa perguntar o que quiser. Se a criança não tiver possibilidade de obter informações e sanar suas dúvidas, ela preencherá as lacunas deixadas por essas questões com fantasias e atitudes próprias, e poderá incorrer em erros que poderão deixar marcas importantes em sua vida.

Aprender a sofrer tão cedo pode parecer um contra-senso na vida de uma criança que, de acordo com nosso desejo, só deveria usufruir de uma infância feliz e protegida. Contudo, o sofrimento e a dor fazem parte da vida humana, e podemos ser surpreendidos por eles a qualquer momento. Assim, como adultos, só nos resta traduzir para nossas crianças esse acontecimento tão avassalador, usando, da melhor forma possível, nossas experiências de luto e uma boa dose de amor e confiança.

Nova Parceria

A ULTRA-i tem o prazer de comunicar mais uma implantação bem sucedida!

Um dos cemitérios mais conceituados do estado de São Paulo agora opera com o iVertex ERP, um dos produtos da nossa linha de sistemas para administração de cemitérios, planos funerais, crematórios e funerárias.
Desde o atendimento ao cliente, controle de campo, financeiro, CRM e BI, todas as áreas da empresa estão sob a plataforma desenvolvida pela ULTRA-i.
Grupo Primaveras e ULTRA-i: uma parceria de sucesso!

E se você busca uma ferramenta completa e totalmente integrada para gerenciar sua empresa, entre em contato conosco.

parceria

Socorro, o sistema caiu!

 

Quem nunca passou pela situação de ligar para uma operadora de tv, telefonia ou planos de saúde e ouviu a frase: “Senhor, no momento estamos sem sistema”? Triste não?!

Cada vez mais comum nas empresas em virtude das necessidades naturais de modernização de suas operações, os sistemas de linha de negócios  dominam a lista dos motivos pelos quais muitas organizações deixam de atender (e até vender!) ao cliente no momento em que ele entra em contato solicitando algum tipo de apoio.

Todos os gestores destas empresas sabem que frases como “sinto muito, ligue mais tarde” ou “ocorreu uma falha no nosso sistema” podem minar a confiança e credibilidade de uma organização.

Mas, como identificar a origem e sanar tais problemas?

Um sistema é composto por diversas camadas de tecnologias. Uma dependente da outra, como servidores, rede, link com a internet, o próprio computador do usuário e, também o sistema em si. Se qualquer um destes componentes falhar, todo o  sistema fica fora do ar.

Quando se realiza o planejamento orçamentário de uma área de TI, é necessário levar em conta todos os elos frágeis desta corrente, até que todo o conjunto esteja equilibradamente robusto.

Abaixo relacionei algumas das técnicas mais comuns nos diferentes componentes de um sistema de linha de negócios padrão, como um ERP:

[clear] [row][col type="1_4" class=""]

Problema

[delete_list]
  • O servidor desliga frequentemente
  • O servidor é bom, mas receio que ele pare de funcionar
  • A rede é muito instável
  • Está tudo muito lento
  • Sistema não atende às necessidades
[/delete_list] [/col] [col type="1_2" class=""]

Solução

[check_list]
  • Verifique suprimentos de energia elétrica: nobreaks,  fonte e hardware.
  • Adicione componentes redundantes: fonte, placa de rede e discos rígidos espelhados (raid 0, 3 ou 5).
  • Verificar link de rede / internet. Será que está bem dimensionado?
  • Verificar sobrecarga de rede ou servidor.
  • Fale com a ULTRA-i. Você precisa de ajuda especializada!
[/check_list] [/col] [clear]

 

Se você precisa de uma solução que funcione na hora que precisar, bem dimensionada, aderente ao negócio, moderna e que torne a sua empresa mais ágil e competitiva no mercado, ligue para nós.

A arte de desenvolver sistemas

O termo sistema, antes denominador de qualquer produto de software, hoje passa por uma grande reformulação, onde tudo é informatizado, mas pouco é integrado.

Passada a era das suítes de escritório monolíticas, agora temos a era dos aplicativos conectados e móveis – os chamados apps, em que tudo cabe no bolso e a velocidade das informações acaba por vezes a saturar a nossa mente com a avalanche de novidades.

Se filtrar esse conteúdo no dia a dia não é fácil para os assuntos pessoais, há um desafio ainda maior para as empresas: lidar com o excesso de informação, principalmente as desestruturadas, fora de processos ou mesmo digitais, porém em aplicativos diferentes que não se conversam.

Nesse contexto caótico, muitas empresas se perdem na ilusão de uma pseudo organização em seus milhares de aplicativos ou planilhas, mas pouco imaginam o quão melhores seriam – qualitativa e produtivamente, se dispusessem de boas ferramentas de software desenhadas para trabalharem sinergicamente.

Boas pois nem todas as ferramentas integradas de fato a são, e também porque só a integração não faz milagres. É preciso que o software dê apoio por meio de inteligência embarcada. Isto é, que ajude com informações realmente relevantes e prontas para o uso pelo gestor nos momentos de análise do desempenho do negócio e em suas tomadas de decisão.

Por isso, desenvolver sistemas inteligentes é tão importante quanto integrá-los. E aí é aonde a coisa complica, pois muitos analistas de negócios, analistas de sistemas e inclusive usuários imaginam que um produto completo, com todos os campos possíveis e imagináveis, com inúmeros fluxos e regras atenderão melhor, quando muitas vezes bastaria um botão para automatizar tarefas ou mesmo nenhum, obrigando o software a operar de forma autônoma.

Por isso criar sistemas é considerada mais do que uma ciência exata por muitos estudiosos, mas sim uma verdadeira arte. Pois para fazê-los, é necessário além da perícia nas linguagens e ferramentas de programação (a parte científica), duas coisas extremamente importantes e subjetivas: percepção das necessidades do usuário e criatividade para solucionar problemas.

Para estes dois aspectos existem uma série de técnicas para mapeamento, registro e modelagem de processos.
Porém, o entendimento do cenário do usuário envolve por vezes, ir além daquilo que é falado nas entrevistas de levantamento de dados. É preciso sentir e vivenciar suas dores e angústias do dia a dia para traduzir em um produto final soluções que se identifiquem com ele. É o famoso “enxergar pelos olhos do cliente”.

Simplesmente impor um produto para seu uso pode funcionar em um caso ou outro. Mas fazer de um software um sucesso para seus usuários em geral exige muito mais do que isso: exige interação humana que facilite a comunicação homem-máquina. Senão, seríamos todos robôs, certo?! rsrs

Já a criatividade voltada à criação de sistemas é fruto de experiências com padrões de projetos já estabelecidos pela indústria de software (para evitar as reinvenções de rodas), desenho de soluções com sistemas heterogêneos, muitas vezes envolvendo integrações de dados, serviços de internet, dispositivos diversos de leitores, smartphones, tablets, experiências com multimídia, jogos, redes sociais, e tudo aquilo que nos permeia e tem seu fator de sucesso baseado nas tendências atuais, como colaboração, computação em nuvem, mobilidade, big data entre outros.

Estes tipos de conhecimento e experiências, enquanto arquitetando novas soluções, proporcionam ao time de criação a bagagem necessária para que as ideias fluam fora da caixa, livre das limitações de um grupo de tecnologias para atingir o âmbito global da TI que temos disponíveis e suas possibilidades.

Os produtos da ULTRA-i foram e são concebidos a partir desta filosofia, onde os softwares são projetados para trabalharem de forma sinérgica, integrada e inteligente, propiciando ganhos de escala operacional e poder de análise do negócio. Para isso, utilizamos de técnicas que envolvem desde as capacidades visuais e funcionais até às preocupações com segurança, desempenho e projeção de crescimento.

Sempre com o olhar através dos olhos do cliente, procuramos levar até o usuário final uma experiência plena durante as fases de concepção, construção, implantação e sustentação.

Você precisa de um sistema? Nós podemos te atender!

[ ]‘s

Depoimento – Centro Maiêutica de Psicologia

“Quando buscamos a ULTRA-i, nossa intenção era aprimorar os controles sobre nossos processos, diminuir o tempo dedicado à eles e criar um histórico das ações para nos ajudar a fazer importantes análises sobre o trabalho.

Nossa plataforma pressupõe a interação com o publico e a ULTRA-i nos ajuda sempre que as coisas complicam, mas com resoluções definitivas.

O desenvolvimento do sistema foi trabalhoso porque reunimos muitas informações, mas o Leandro da ULTRA-i conseguiu compreender bem nossa forma de trabalho, mesmo não sendo da área dele, e nos retornar com soluções interessantes, criativas e que até superaram nossos pedidos.

Depois de praticamente tudo implantado, pudemos começar a colher os frutos e usar o sistema no gerenciamento dos trabalhos.

Foi bem bacana porque víamos as coisas acontecendo como nossos planos, mas ai vem a parte de fazer ajustes porque nem sempre o que se planeja é o que funciona na pratica. Foram feitos ajustes e ainda serão feitos outros, que tornam o sistema mais eficiente e mais identificado com o trabalho que realizamos.

A ULTRA-i sempre aberta a fazer os ajustes e sempre com competência para entender o que precisávamos e dar ideias.

Hoje, estamos colhendo cada vez mais frutos bons e prosseguimos com pequenos ajustes, mas posso dizer que nosso objetivo inicial será plenamente alcançado em breve. Atualmente já atingimos cerca de 70% do que planejávamos e, certamente alcançaremos os 25% restantes. Acho que 5% sempre ficará para ser aprimorado e ajustado, senão não avançamos como empresa.”

Ana Lúcia Naletto – Socio Coordenadora

Homenagens de Finados 2014

Neste dia 02/11 os cemitérios do mundo inteiro celebraram o seu dia mais importante do ano, recebendo milhares de visitas e tendo seus parques e campos repletos de visitantes, flores e homenagens.

Nas últimas décadas o setor vivenciou um crescimento muito grande, além de um movimento igualmente importante – a profissionalização da gestão e a diversificação e oferta de serviços de apoio especializados, que vão desde a humanização no atendimento dos cemitérios até o acompanhamento psicológico aos familiares enlutados.

No âmbito das homenagens de finados, alguns se destacam através da realização de apresentações de corais (religiosos ou não), músicos com violinos e saxofones tocando e andando pelos jardins e ainda as tradicionais missas campais.

Este ano o Cemitério Primaveras, em Guarulhos-SP (referência no setor), inovou trazendo a celebração do “Dia de Los Muertos” – tradição mexicana – para o Brasil, com atrações que emocionaram e contagiaram os participantes do evento. A programação contou (dentre outras atividades) com a apresentação musical alegre dos conhecidos grupos de Mariachis e em seguida, distribuição de sorvetes mexicanos.

 

Não é a primeira vez que o Grupo Primaveras realiza ações desta natureza. O cemitério aliás é conhecido por tratar de forma muito especial e acolhedora os familiares e ente-queridos, seja no momento da perda, do luto ou na memória dos falecidos. E este ano, a intenção dos organizadores foi a de celebrar a vida, a alegria e a lembrança através da tradicional festa mexicana de primeiro de novembro.

Esperamos que estas ideias possam se disseminar no Brasil e encontrem eco, para que boas e novas maneiras de nos relacionarmos com a morte cheguem até nós, quando precisarmos.

A ULTRA-i desenvolve o melhor e mais avançado sistema para gestão de cemitérios, crematórios, funerárias e planos do mercado, com soluções de ERP, CRM e BI.
Com versões de módulos para Web, Desktop e Mobile, a família de aplicativos iVertex permite que empreendimentos do setor operem com mais controle, agilidade e segurança.

A escolha de um sistema de gestão

Diante do crescimento das operações uma empresa uma questão que sempre permeia entre seus gestores é a necessidade da adoção de um sistema integrado capaz de tornar a empresa mais eficaz e competitiva no mercado.

O avanço das tecnologias voltadas à internet muitas vezes permitem que as empresas se organizem melhor no que tange á comunicação e digitalização de procedimentos manuais, reduzindo muita da papelada geralmente necessária para o negócio funcionar, através de planilhas, pequenos bancos de dados, gerenciadores de emails e contatos.

Porém, isto muitas vezes equivale a trocar a antiga máquina de escrever pelo computador e assim armazenar os arquivos .doc ou .xls em pastas no disco rígido. Tão logo seja fechado, em pouco tempo o arquivo fica perdido em meio a tantos outros documentos, sem nenhum tipo de amarração ou catálogo – exatamente como aconteceria em um armário de arquivo físico.

Neste momento, faz-se necessária uma intervenção mais radical, onde uma revisão dos processos da empresa pode fazer com que este seja a ocasião ideal para a implantação de um sistema de gestão empresarial.

Hoje muitas são as opções para os gestores decidirem – desde programas gratuitos na internet até sistemas na casa dos milhões de reais. Mas qual o melhor sistema para a sua empresa?

Para responder à esta pergunta, elencamos alguns fatores que devem ser considerados neste processo para que se faça uma escolha benéfica ao negócio.

1) Reputação do Fornecedor
O fornecedor do ERP (Enterprise Resource Planning), ou sistema de gestão, deve possuir uma reputação sólida, e uma relação de confiança sólida com seus clientes e usuários do sistema.

2) Garantia de Suporte
A relação que haverá entre a empresa e o fornecedor do ERP deve ser a mais próxima possível, com atendimento de solicitações de ajustes no sistema e resolução de problemas dentro das necessidades do negócio. Por isso, verifique a qualificação dos funcionários, a estrutura de atendimento e principalmente qual o plano de evoluções do sistema.

Eu uma possível atualização do sistema operacional, por exemplo, o fornecedor deve ser capaz de suportar a nova plataforma e garantir que os softwares e hardware do cliente estejam alinhadas com os padrões de mercado.

3) Qualidade Técnica do Sistema e Flexibilidade
Sistema bom e cujas especificações técnicas e funcionalidades estejam alinhadas com a geração atual de softwares de mercado geralmente teve um valor investido considerável para seu desenvolvimento, e dificilmente será entregue a um custo baixo.
Em algum momento, os negócios podem mudar e um bom software deve ser capaz de se adaptar a estas mudanças sem exigir que o negócio se adapte a ele, ou que o software tenha que ser rescrito (o que pode custar caro).

Além do mais, alguns requisitos, como segurança (evitar que dados sensíveis sejam expostos a pessoas sem autorização), robustez (os sistema funciona com poucos dados ou com uma avalanche sem travar ou ficar instável) e desempenho (deve ser veloz para encontrar informações e realizar operações) devem fazer parte da análise de tomada de decisão, pois influencia diretamente no dia a dia dos seus funcionários e na produtividade da empresa.

A ULTRA-i desenvolve e mantém o iVertex ERP atualizado desde 2003, tendo como principal diferencial o foco na melhora operacional, tática e estratégica do cliente através da entrega de sistemas modernos, inteligentes e funcionais.

Fale conosco para descobrir como tornar a sua empresa mais produtiva.